quinta-feira, 15 de julho de 2010

Escolhas de uma vida.

A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".

Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.

As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...

Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.

Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto. Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.

Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...!”

O amor morreu? WTF?

"É sério? Alguém sabe? Estou aflito esses dias… Adentrei na minha madrugada de inverno, tá dificil. E olha que muitos falavam que ele nunca iria sumir, muitos falam que ele ainda está poraqui. Eu não vejo nada, acho que se tornou um grande erro, mesmo.

Mas e as canções que usam o seu nome? Os ditados, poemas, rimas, qualquer coisa que não veêm ao caso… Me diga. Me responda. Eu quero a resposta, eu quero responder. E tá difícil.

Muitos ainda dizem que praticam, mas não demonstram… é fácil dizer, é difícil, tá difícil de novo.

Tá tudo engasgado, e se isso sair, ensurdecerei à todos, pois como tá difícil, tá óbvio: ELE SUMIU, DESAPARECEU, TOMOU OUTRA PROPORÇÃO. Só não digo que ele morreu pois ainda não sei do seu paradeiro; aliás se não sei, talvez esteja, assim seja… tá difícil de novo.

Pra que enfatizar tanto o “TÁ DIFÍCIL” ? Me digam? Se a solução disso tudo está no AMOR, e eu não duvido que alguma coisa de nada ainda vive aí, em você. Não tá difícil, não faça ficar, faça valer, tente crescer, tente viver, ame você.

Isso tudo é um equívoco, ele está aqui entre nós, basta enxergar. O amor.
Você é o seu amor. 
Cuide bem de você."
 
 
 
 
                                                                Inovando Conceitos